A Metrópole pulsante

 
Belo Horizonte é uma metrópole que pulsa ininterrupta, é uma cidade efervescente em todos os instantes de seu tempo. A sua rotina é construída pelo trânsito intenso, pelas multidões que invadem as principais ruas e avenidas na ânsia de cumprir com as suas obrigações cotidianas.

Em meio ao movimento característico de uma jovem cidade em expansão, Belo Horizonte revela muitos encantos. A começar pela beleza de sua geografia acidentada, emoldurada pela Serra do Curral. Os deslumbrantes monumentos da arquitetura de Oscar Niemeyer no complexo da Pampulha e o acervo de belezas da Praça da Liberdade desvelam toda a pujança de um metrópole de apenas 110 anos.

Os belo-horizontinos gostam de sua cidade e nela procuram viver bem. Os espaços públicos como as principais praças e os parques são permanentemente frequentados pelas famílias e pelos praticantes de esportes de todas as idades. Os bares, “os botecos”, são referências indissociáveis de Belo Horizonte. O boteco é quase a extensão da casa do belo-horizontino. A hospitalidade é outra característica do povo desta cidade. Cada habitante de BH tem na ponta da língua o que indicar para o turista: conhecer a Pampulha, o mirante das Mangabeiras, as praças do Papa, da Liberdade, de Santa Tereza, os museus, passar um longo tempo saboreando as delícias do Mercado Central e “flanar” — como diz o prefeito Fernando Pimentel na seção entrevista deste número — na charmosa Savassi. Este é o agradável bairro dos cafés e livrarias, das galerias de artes, dos bares, restaurantes, das boates, clubes noturnos e casas de shows que caracterizam sua agitada vida noturna.

E tem muito mais: Belo Horizonte se multiplica em atrativos culturais. Sua agenda de espetáculos é vasta e diversificada: teatro, dança, música, circo, cinema, video, exposições de artes plásticas e shows nas praças e parques. Tamanha efervescência cultural transformou BH na capital dos festivais de arte, que acontecem em todas as épocas do ano.

Além do mais, existem os irresistíveis atrativos do entorno: das maravilhas naturais da Serra do Cipó ao circuito do ouro, com destaque para as cidades históricas mineiras.

Belo Horizonte segue construindo uma muito peculiar identidade urbana, ao mesmo tempo mineiramente tradicional — nos costumes, no comportamento e na política —, porém cosmopolita na produção cultural. A economia fica no meio termo, dividida entre manter um viés nitidamente conservador  — principalmente nas ações empreendedoras que exigem investimentos — e na obrigação em se adequar às exigência dos novos mercados globalizados.
A verdade irrefutável é que a capital de todos os mineiros segue o seu destino em franco e pleno desenvolvimento. É cenário de importantes e definitivas obras que estão desenhando a metrópole do futuro.

Nesta edição, prezado leitor, Sagarana procura mostrar uma síntese de toda a grandiosidade de Belo Horizonte. Emocione-se com os mais belos ângulos da capital de todos os mineiros e saiba mais sobre os 110 anos de transfomações de uma cidade múltipla.






Produzida e editada por:
Veredas Jornalismo

Editor
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Editor de Fotografia
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Editor de Arte
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Colaboradores:

- Repórteres
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- Articulista
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- Ilustração
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