Trilhas, ares e águas de emoção

A região metropolitana de Belo Horizonte é dona de geografia privilegiada, com ricas formações geológicas, bacias hidrográficas, cada qual com atrativos naturais de sobra para serem apreciados e utilizados como paisagem e recursos na exploração racional do turismo de aventura e de sua vertente mais emocionante, os esportes de aventura.


Reportagem Rúbia Piancastelli
Fotos Henry Yu, Fred Tavares, Marcelo Andrê, Fernando Piancastelli

Belo Horizonte e seu entorno estão inclusos num quadro favorável à prática dos esportes de aventura, pois, além do aspecto geográfico favorável, veios econômicos, estruturais e legais se unem dando força ao segmento. A atividade, em plena discussão quanto ao processo de regulamentação, está em foco com o Projeto de Normalização e Certificação do Turismo de Aventura, de iniciativa do ministério do       Turismo e com execução do Instituto de Hospitalidade, em vigor e debate junto a interessados, empresas e associações desde dez/2003.

Segundo Frederico Tavares e Homero Brasil, sócios da agência Brasil Aventuras e Expedições, “temos um dos melhores destinos de turismo de aventura do país”, referindo-se a Belo Horizonte e seu entorno. Contribuem para isso a localização central da capital mineira, a melhoria dos aeroportos e vias de acesso, e o atual investimento do governo no turismo, especialmente depois da criação de um Ministério próprio e da explosão da Estrada Real. Outra causa importante é o fato de BH e região serem um destino barato, considerando suas atrações e comparando os custos com as demais grandes capitais do país.


18 modalidades de aventura

Para início de conversa, citando os destinos mais próximos, temos a Serra do Cipó e seu fantástico complexo de opções, a Serra da Moeda, em Itabirito; o distrito de Casa Branca, parte de Brumadinho; Caeté, Nova Lima, Parque do Caraça, a região de Conceição do Mato Dentro e a própria Belo Horizonte, com alternativas de esportes em academia e centros de treinamento para quem quer escapar no dia-a-dia ou mesmo em um fim de semana na cidade. Mas afinal quais são esses esportes de aventura?

Os esportes de aventura são modalidades exploradas dentro do Turismo de Aventura e se caracterizam pelos diversos graus de dificuldade, necessidade de treinamento e alguns tipos de preparo, dependendo intrinsecamente do meio natural e suas formações para serem praticados. Um exemplo é o Rafting, descida por rios com corredeiras em um bote reforçado que precisa, antes mesmo de instrutores e equipamentos de proteção, do local adequado.

De acordo com a ABETA — Associação Brasileira das Empresas de Turismo de Aventura, são 18 as modalidades consideradas de aventura, sendo que uma delas não é literalmente considerada um esporte, mas Práticas Verticais, como o Rappel e a Tirolesa. Ambos participam da realização das demais atividades como técnicas adicionais. Em Belo Horizonte estendendo-se a um raio de 150km, encontramos praticamente todas as atividades, com exceção do Kitesurf, Windsurf, Acquaride e Mergulho (há escolas para aprendizado mas não há exploração turística na área).


Berço comum

Muitos dos esportes de aventura tem berço no estudo de cavernas, como explica Eduardo Ralf, instrutor de escalada e guia de montanha, que há 8 anos trabalha com esportes de aventura. “O primórdio da escalada em Minas Gerais, coisa de vinte anos atrás, está ligado a espeleologia”, diz Ralf, que já fez parte do grupo NAE – Núcleo de Atividades Espeleológicas. Com a vinda de paulistas, cariocas e paranaenses que tinham maior acesso a equipamentos e informações, Minas começou a abrir novas vias de escalada e a ganhar força. Especialmente em fins de semana, os esportistas e admiradores da atividade de escalada vinham para a região de Caeté, Lagoa Santa, Serra do Cipó e Pedro Leopoldo. Após esse crescimento, há cerca de 10 anos, começaram a surgir paredes de escalada dentro da cidade, a opção indoor.

O ramo indoor, especialista nas técnicas verticais e de escalada, teve como academia pioneira a BH Vertical, que mudou de nome para Das Pedras, e funciona há sete anos. Outros espaços foram surgindo, como o 7 Cumes, agregando valor a outros tipos de negócios como o bar, atraindo um público que reúne a admiração pelo esporte e pela boa conversa.

Além da escalada temos mais 13 tipos de práticas que podem ser realizadas e aprendidas na região, sua maioria a menos de uma hora da capital. Seguem os principais esportes praticados, um pouco da história e onde podem ser encontrados.


Arvorismo

Surgiu na Costa Rica como instrumento para estudos da fauna e flora de espécies que se encontravam nas copas das árvores. A partir de então, os praticantes das técnicas verticais foram adaptando a atividade até torná-la uma modalidade de esporte ecológico de aventura.

Pode ser praticado em Caeté, num dos maiores centros de arvorismo de Minas — o Canela de Ema, com uma extensão de 1.400 m de percurso em diferentes níveis de dificuldade. Outro centro é o Verde Folhas, em Casa Branca, onde as altitudes variam de 1,5 a 15 metros; e o Minas Radical, em Mariana. Uma opção mais próxima ainda é o clube Minas Country, onde há um circuito que atende pessoas de todas as idades.


Balonismo

O ato de voar num balão, uma “bolha” feita com tecido que, quando enchido de ar quente levanta vôo, teria começado com os Montgolfier em 1783, na França, que construíram e fizeram subir a primeira aeronave. O primeiro vôo de balão no Brasil data de 1885, quando Edouard Heilt voou alguns segundos no Saco de Alferes, no Rio de Janeiro.

Voar nesse tipo de aeronave significa estar por conta dos ventos. Mas isso não exime os pilotos da técnica e astúcia necessárias, eles precisam conhecer com antecedência a direção do vento e escolher um local favorável para a decolagem. No Brasil há a ABB — Associação Brasileira de Balonismo, que organiza o campeonato  anualmente e outros eventos.

Em Minas, o local ideal e mais próximo para voar é na Serra da Moeda, junto ao CVLBH — Clube de Vôo Livre de Belo Horizonte. A decolagem pode ser feita para Moedinha, voltada para a BR 040 (sentido leste), com 180m de desnível, e Moedão,  para oeste do vale, com desnível de 580m.


Vôo livre

Falando em vôo livre, há possibilidades de praticar o esporte tanto com equipamentos de parapente (paraglider), quanto de asa delta. O Vôo Livre vem sendo praticado nos céus do Brasil desde a década de 70, quando o piloto francês Stephan Segonzac fez um vôo do Corcovado no Rio de Janeiro.

Nem todos sabem, mas o objetivo do vôo livre é subir. Decola-se de uma montanha e, mantendo-se dentro das correntes ascendentes de ar quente (chamadas de térmicas), plana suavemente. Explicação simples, mas de prática difícil, pois as térmicas são invisíveis, e é preciso procurá-las para poder fazer uso das técnicas.

Há menos de 40min de BH, na Serra da Moeda, pode-se realizar a façanha. Para os iniciantes há um acompanhante realizando o vôo duplo. O CVLBH monitora os vôos desde agosto de 2000 e faz parte da ABVL — Associação Brasileira de Vôo Livre.


Caminhada ou Trekking

Esporte reconhecido mundialmente, o termo trekking teve origem no século XIX, quando trabalhadores holandeses que colonizaram a África do Sul utilizavam o termo ‘trekken’ para designar sofrimento e resistência física. Os ingleses adaptaram a palavra e a designaram sinônimo de longas caminhadas.

A prática dessa modalidade é enxuta quanto aos gastos, mas exige treino físico e mental para o ganho de resistência e auto-controle. Para aproximá-la do turista e amador, muitos chamam de trekking alguns tipos de caminhadas realizadas em regiões naturais e selvagens. No Brasil existem vários trechos e circuitos definidos para caminhadas, mas teoricamente ela pode ser feita em qualquer lugar, respeitando as condições físicas e as leis de preservação da natureza.

Assim, o trekking é uma das modalidades de esporte de aventura que mais encontra local para prática em Minas. Destacamos as atividades na Serra do Cipó, no Parque Natural do Caraça (onde é feito montanhismo, pois se anda, na maior parte do tempo, a cerca de dois mil metros de altitude), em Casa Branca – povoado na encosta do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, e na região de Conceição do Mato Dentro (destaque para o trekking feito até a famosa Cachoeira do Tabuleiro). Em Jaboticatubas, há 35km da Serra do Cipó, há o cânion Bom Jardim, onde se pode fazer uma travessia entre os paredões, cachoeiras e poços do cânion; e em Ouro Preto, mais que subir todas suas ladeiras, legal é fazer um treeking nas trilhas do Parque do Itacolomi (onde fica o pico de 1 700m de altitude).


Espeleoturismo, Canyoning e Caving

A espeleologia promove, dentre várias coisas, o estudo da evolução das cavernas e seus ambientes, propiciando o levantamento do inventário das cavidades naturais subterrâneas. Quando as cavernas são exploradas para fins turísticos, denomina-se espeleoturismo.  Em Minas o que não faltam são cavernas a serem estudadas e visitadas, como os salões da gruta Rei do Mato e Lapinha (Sete Lagoas), Maquiné (Cordisburgo), também da Mina da Passagem, em Mariana. Essa última possui um lago incrivelmente azul, cor vinda do sulfato de cobre presente na água. Com 2 km de extensão, a água morna e límpida só pode ser adentrada por mergulhadores profissionais dotados da licença necessária para tal atividade.

Derivados do espeleoturismo, estão o Canyoning ou Canionismo, e o Caving. Pesquisas científicas nos Pirineus sobre a hidrologia e a biologia das cavernas, utilizando recursos do alpinismo, consolidaram as técnicas verticais, possibilitando assim o surgimento desses esportes. No Brasil, as primeiras experiências de prática de canyoning são feitas no início da década de 90, quando uma equipe de espeleólogos desceu a Cachoeira do Buraco do Padre (30 m), na cidade de Ponta Grossa, Paraná.

Bem perto de BH, na cidade de Rio Acima, é feito Canyoning na Cachoeira Chica Dona, que possui uma fabulosa descida de 70 metros na queda d'água. É feito também em rios de Mariana e na Serra do Cipó, nas cachoeiras da Capivara, Véu da Noiva e Congonhas.


Cicloturismo

Cicloturismo é um termo extremamente abrangente que significa, de maneira geral, o turismo feito de bicicleta (ou outras variações como triciclos). No Brasil, o cicloturismo começou a ser realizado comercialmente de forma mais significativa há cerca de uma década. Em Minas, cicloturismo ganhou grande força com o projeto Estrada Real, que transformou antigos caminhos em um só circuito turístico. Os cerca de 1400km de sua totalidade, sendo grande parte em Minas, já foram percorridos por ciclistas de diferentes estados e países, e é uma excelente opção para quem se dispõe subir na bike.

Destaca-se o caminho de Conceição do Mato Dentro até Ouro Preto, passando pela bela Itambé do Mato Dentro, Ipoema, Cocais, a charmosa Catas Altas (próxima ao Caraça), até as históricas cidades de Mariana e, finalmente, Ouro Preto. Na Serra do Rola-Moça e Moeda, uma seguida da outra, são também encontradas boas trilhas, com direito a paisagens estonteantes.


Escalada

Possivelmente um dos esportes mais praticados e que teve um grande crescimento na cidade nos últimos cinco anos. Há várias possibilidades de treino indoor e outdoor, o primeiro possibilitado pela infra-estrutura crescente e o segundo pela formação geológica mineira, rica em muros, paredões e outras formações rochosas.

A escalada é historicamente desafiante ao homem, praticada desde antigamente por necessidade ou desafio. Trata-se da conquista de paredões rochosos ou pequenos trechos denominados vias, a transposição de obstáculos feita com o auxilio de equipamentos e técnicas de alpinismo. Envolve riscos e requer controle, pois o desafio de subir necessita preparo psicológico e destreza para utilizar pequenas fissuras e saliências como apoio.

Além das academias na cidade há os espaços alternativos. Um dos locais mais procurados é o Morro da Pedreira, na Serra do Cipó, que possui inúmeras vias em sua rocha calcária, um dos maiores pólos de escalada esportiva em rocha do Brasil. Há também Sabará, Caeté e Casa Branca, que possuem opção de Boulder, uma modalidade de escalada em pedras isoladas, onde o alto grau de dificuldade se caracteriza não por sua altitude, mas pelo esforço físico de explosão. Em Conceição do Mato Dentro, o Salão de Pedras é também um dos destinos favoritos dos melhores escaladores de Minas. Há ainda a Pedra Grande, em Igarapé, e a Gruta do Baú, em Pedro Leopoldo, onde se pode aproveitar para admirar pinturas rupestres presentes no terreno.


Canoagem

É um esporte praticado em canoas, caiaques e wave-skis; no mar, rio e lago; e possui inúmeras modalidades como o rafting, uma das mais praticadas e exploradas pelo turismo. Embora a canoa e o caiaque sejam embarcações distintas tanto na origem quanto na forma (o caiaque tem assentos), o uso tem se tornado comum para definir ambas as práticas, realizada em águas brancas (corredeiras).

A origem das canoas vem do uso dos egípcios e astecas. Também no século XVI há registros de canoa e caiaques na América do Norte, feitas para enfrentar os rios canadenses repletos de corredeiras (daí a origem do nome canoas canadenses). No Brasil, a canoagem surgiu como prática esportiva informal no ano de 1943. Hoje quem controla a atividade junto às federações, institutos e organizações, é a CBCA – Confederação Brasileira de Canoagem.

O Rafting, que consiste na descida de corredeiras de rios em um bote inflável especial, chegou ao Brasil em 1982, através da empresa TY-Y Expedições, cujas descidas se restringiam ao rio Paraíba do Sul e rio Paraibuna, ambos em Três Rios (RJ). É praticado desde os anos 70 nos Estados Unidos e Europa, e os primeiros aventureiros desceram o Grand Canyon pelo Rio Colorado, nos EUA, usando botes de madeira.

A canoagem e rafting  podem ser feitos no Rio Cipó, afluente mais limpo do Rio das Velhas, considerado um espelho d’água, grande relíquia da Serra que leva o mesmo nome. Em Conceição do Mato Dentro, banhada pelos rios da bacia do Rio Doce e São Francisco, há algumas descidas de Duck, uma canoa inflável com capacidade para duas pessoas, desenvolvida para enfrentar corredeiras. Já o Bóia-cross, como o próprio nome diz, trata-se da descida em corredeiras com uma bóia ou grande câmara de pneu. Pode ser feita em Ouro Preto e também Conceição do Mato Dentro.


Rappel e Tirolesa

Ambas são técnicas verticais que auxiliam a prática de muitos esportes de aventura, especialmente a escalada. No rappel é feita a descida em corda, utilizando equipamentos especiais onde as pessoas ficam presas à corda, podendo controlar a descida com o auxílio de freios. Já a tirolesa, criada para transpor obstáculos como um abismo, garganta, cânion ou rio, é feita pela sustentação de uma corda onde se utiliza uma roldana (polia). A forma de lazer que explora a tirolesa consiste em deslizar de um ponto mais alto até outro mais baixo, em até 35km por hora, podendo terminar em uma refrescante queda em rios ou lagos.

Os locais mais indicados para fazer Rappel são os paredões e pedras da Serra do Cipó e da região de Conceição do Mato Dentro, onde está a Pedreira de 25m. A tirolesa está bastante associada aos mesmos locais onde se faz arvorismo, devido à possibilidade de “cair” de uma boa altitude. Há também opção de tirolesas na Serra do Cipó, Caeté e Casa Branca.


Turismo fora-de-estrada (off-road)

A nova modalidade caracterizada pelo uso de carros de tração 4x4, trata-se de um percurso radical em trilhas onde não apenas o destino é o mais importante, mas sim o caminho até ele. Realizados no Nordeste como expedições de longa duração por dunas e praias, no Sul e Sudeste é recorrente o uso do transporte como apoio à realização de outros esportes de aventura. Em seu caminho estão quase sempre inclusas as paradas para banhos em cachoeiras e rios.

Agências especializadas nesse novo tipo de turismo de aventura fazem passeios a São Gonçalo do Bação, na Trilha do Fundão, que passa por Macacos. Outros destinos procurados são Lavras Novas, distrito de Ouro Preto, o santuário do Caraça e a Serra do Cipó.


Cavalgadas

Chamadas também de Tropeirismo ou Turismo Eqüestre, as cavalgadas fazem parte de muitos dos circuitos em Minas, resgatando valores antigos. Explorada em períodos de lua cheia para prática do exercício ou contemplação das paisagens, a modalidade tem sua origem no antigo uso do cavalo como meio de transporte, tanto na cidade em séculos passados quanto nas longas viagens, como as dos tropeiros e trabalhadores rurais. Começou a ser explorada como diversão nas disputas e apostas e, mais tarde, nas competições de montaria. Apesar de simples, exige do praticante muita sensibilidade para guiar o animal, regras de cavalgada e planejamento do percurso.

Como o território próximo à Belo Horizonte é de um relevo ideal para a atividade, ela é realizada em larga escala e por agências especializadas, que montam grupos ou organizam passeios em trechos de trilhas. Os roteiros são na Serra do Cipó, Serra da Moeda, e ao longo da Estrada Real, começando por Acuruí, perto de Rio Acima, local propício para as cavalgadas. Quase todo o caminho da Estrada pode ser feito no lombo do cavalo, pois as trilhas, 96% em estradas de terra, favorecem a locomoção e apreciação das belas paisagens. Em alguns lugares, onde existem haras, os animais podem ser alugados para a prática do esportes ou passear pela região. Em Raposos por exemplo, há 30km de Caeté, se pode conhecer as mais de 15 nascentes da região.



Em Belo Horizonte, o local ideal e mais próximo para voar é na Serra da Moeda, junto ao Clube de Vôo Livre de BH. (Foto Daniel Mansur)


A canoagem e o rafting em podem ser feitos no Rio Cipó. (foto Fred Tavares)

Escalada: um dos esportes mais praticados e que teve um grande crescimento nos últimos cinco anos na cidade. (Foto Marcelo Andrê)


A atividade, em plena discussão quanto ao processo de regulamentação, está em foco com o Projeto de Normalização e Certificação do Turismo de Aventura, de iniciativa do Ministério do Turismo e com execução do Instituto de Hospitalidade. (Foto Fernando Piancastelli)

Em Minas, o cicloturismo
ganhou grande força com a
o projeto Estrada Real. (Foto Fred Tavares)


Os locais mais indicados para fazer Rappel são os paredões e pedras da Serra do Cipó e da região de Conceição do Mato Dentro. (Foto Fred Tavares)

A espeleologia, quando tem suas cavernas exploradas para fins turísticos, transforma-se em espeleoturismo. (Foto Marcelo Andrê)


O trekking é uma das modalidades de esporte de aventura que mais encontra local para prática em Minas. (Foto Marcelo Andrê)

Fora-de-estrada. (Foto Fred Tavares)


As cavalgadas fazem parte de muitos dos circuitos em Minas, resgatando valores antigos. (Foto Marcelo Andrê)